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Fundamentos da doutrina cristã (Parte 1): Por que estudar a doutrina cristã?

March 01, 2023

O que é doutrina cristã e por que estudá-la?

Hoje é um marco, pois começamos uma nova série do curso Defensores. Nos próximos quatro anos, estudaremos juntos toda a extensão da doutrina cristã, desde a doutrina da revelação à doutrina das últimas coisas. Hoje recomeçamos tudo do zero. Gostaria de dar as boas-vindas aos que nos assistem pela internet, tanto a alunos sozinhos quanto a turmas de escola dominical que agora farão parte da grande família de Defensores.

O propósito deste curso é tríplice. Gostaria de recordar quais são esses propósitos agora que recomeçamos tudo do zero.

1. O propósito primeiro e fundamental deste curso é capacitar os cristãos a entender, articular e defender verdades cristãs básicas. Cada um destes verbos é importante. Não se trata de mero “juridiquês”, num amontoado de verbos na mesma frase.

Em primeiro lugar, queremos capacitar os cristãos a entender verdades cristãs, entender aquilo que cremos como cristãos.

Em segundo lugar, queremos ajudá-lo a articular aquilo em que você crê, de modo a poder explicar aos demais quando perguntarem no que exatamente você crê como cristão.

Em terceiro lugar, queremos ajudá-lo a defender aquilo em que você crê, quando lhe pedirem uma razão do porquê você crê assim.

O versículo de nosso curso é 1 Peter 3.15, que diz: “Estai sempre preparados para responder a todo o que vos pedir a razão da esperança que há em vós. Mas fazei isso com mansidão e temor”.

Assim, o propósito primeiro e principal do curso Defensores é capacitá-lo a entender, articular e defender aquilo em que você crê como cristão.

2. Também queremos alcançar com o evangelho quem ainda não veio a conhecer a Cristo, estando sendo prontos para apresentar uma defesa a todo que pedir a razão da nossa esperança. Somos um curso aberto, inclusivo, e acolhemos não apenas cristãos de diversas denominações, mas também descrentes. Ateus, agnósticos e quem quer que esteja em busca da verdade sobre Deus e o cristianismo são bem-vindos aqui e livres para expressar suas dúvidas, seu ceticismo, e para trazer questões. Queremos alcançar com o evangelho quem ainda não conhece a Cristo.

3. Queremos ser um grupo incendiário, dedicado ao encorajamento e cuidado mútuos. Numa megaigreja como a Igreja Batista de Johnson Ferry, é muito fácil se perder na multidão. Por isso, é importante ter uma espécie de igreja dentro da igreja — um grupo menor onde, como se costuma dizer, todos sabem seu nome. Podemos orar uns pelos outros, aprendemos a conhecer uns aos outros, podemos ajudar uns aos outros diante de tempos difíceis. Costumo dizer que concebi este curso como um grupo incendiário, ou seja, é como as lenhas numa lareira. Remova as lenhas que estão queimando, separe-as, e elas rapidamente apagarão. Porém, quando elas são postas juntas, dão força umas às outras, e temos aí um fogaréu brilhante e aquecido. É assim que queremos ser ao nos reunirmos para nos encorajar mutuamente e incentivar uns aos outros em nosso discipulado ao Senhor.

Nossa primeira seção é uma introdução à doutrina cristã. Como disse, o curso Defensores será um panorama da doutrina cristã. Vamos tocar nos temas principais, nos tópicos principais da doutrina cristã ao longo do curso. No começo, discutiremos, por exemplo, a doutrina da revelação: como Deus se revela a nós. A referência aí não é ao livro bíblico de Apocalipse ou Revelação, mas à revelação que Deus faz de si mesmo, seja na natureza, em Jesus Cristo ou nas Escrituras.[i] Como aprendemos a verdade sobre Deus? Em seguida, discutiremos a doutrina de Deus: como Deus é, e por que devemos crer que ele existe. Depois, passaremos a discutir a doutrina da criação: como Deus se relaciona com o mundo que criou. Adiante nos concentraremos na doutrina de Cristo: a pessoa de Cristo bem como a obra de Cristo. Discutiremos a doutrina do homem: o homem criado à imagem de Deus bem como o homem decaído e necessitado da salvação e perdão divinos. Discutiremos a doutrina da justificação, incluindo a doutrina do pecado e da salvação. Discutiremos a doutrina da igreja. O que é a igreja que Deus está estabelecendo aqui na terra? Por fim, a doutrina das últimas coisas, ou seja, o fim da história humana e o estado eterno.

Os temas que vamos investigar no curso serão bem amplos. Caminharemos no ritmo que a discussão permitir. Não temos nenhuma agenda ou cronograma a seguir. Por isso, teremos muito tempo para perguntas e discussão. Cada aula será uma continuação da semana anterior. Cobriremos esses tópicos devagar e cumulativamente.

Minha inspiração para esse método de trabalho é o que a Jan e eu chamamos de “método da tartaruga”, segundo a famosa anedota da tartaruga e da lebre. Você deve se lembrar que a lebre começou disparada, mas logo se cansou e parou para descansar, enquanto a tartaruga caminhou de modo constante, incessante e vagaroso e, assim, ganhou a corrida. Seguimos o método da tartaruga neste curso. Caminharemos no ritmo que suas perguntas e discussão permitirem.

Começamos, então, com esta pergunta: afinal, o que é doutrina cristã? Tenho certeza de que muitos de vocês não têm ideia do que estamos falando. Quando cheguei à Faculdade Wheaton, tive de frequentar uma introdução à doutrina cristã e, literalmente, não sabia do que se tratava aquele curso. Já era cristão há dois anos, mas na nossa igreja nunca discutíamos doutrina; por isso, não tinha ideia sequer do que seria discutido naquele curso.

Acho que doutrina cristã pode muito bem ser definida conforme a sugestão do famoso historiador da igreja Jaroslav Pelikan, em seu livro A tradição cristã, que é uma história da doutrina cristã. O professor Pelikan define a doutrina cristã como aquilo que a igreja crê e ensina. A doutrina cristã é simplesmente o que a igreja cristã crê e ensina. Talvez você tenha reservas quanto a essa definição. Você talvez diga: “Doutrina cristã não é aquilo que a Bíblia ensina e aquilo em que devemos crer?”. Acho que a doutrina cristã muitas vezes envolve a reflexão humana sobre as informações das Escrituras, de modo que doutrina não está de fato completa até refletirmos no material bruto da Bíblia e tentarmos sistematicamente analisá-la e colocá-la em forma doutrinária.

Por exemplo, doutrinas como a trindade e as duas naturezas de Cristo não são ensinadas explicitamente na Bíblia, mas decorrem da reflexão da igreja sobre o material bruto da Bíblia e tentam sistematizá-la numa declaração coerente daquilo em que nós, cristãos, cremos. Acho que a necessidade, em muitos casos, de haver uma reflexão racional sobre as informações da Bíblia indica que doutrina é muito mais do que simplesmente o que dizem as Escrituras; antes, é o que a igreja crê e ensina ao refletir sobre as informações contidas nas Escrituras.

Além disso, acho que a definição de Pelikan é melhor, pois a igreja é uma instituição muito ampla que muitas vezes tem interpretações diferentes daquilo que a Bíblia ensina. Como veremos no curso, é muito comum que católicos, ortodoxos e protestantes de todos os tipos tenham diferenças doutrinárias na forma como leem a Bíblia.[ii] Há, portanto, tanto doutrina verdadeira quanto doutrina falsa. Não faria sentido se meramente disséssemos que doutrina é o que a Bíblia ensina. Doutrina é uma reflexão e sistematização daquilo que a Bíblia ensina e, portanto, pode ser diferente para diferentes denominações e pessoas. Penso que algumas doutrinas possam ser falsas e que outras sejam verdadeiras.

Diria, então, que a definição de Pelikan é muito boa. Quando estudamos a doutrina cristã, estudamos o que a igreja crê e ensina em toda sua diversidade. Assim, tentaremos discernir o que é doutrina verdadeira — o que é verdade sobre Deus ou sobre a questão em discussão.

Nossa próxima pergunta pode ser a seguinte: afinal, por que estudar doutrina? Por que não se contentar simplesmente em desfrutar da vida cristã e continuar a vida frequentando a igreja, participando de reuniões de oração, evangelizando, e todos os outros aspectos práticos da fé cristã? Por que devemos estudar doutrina? Consigo pensar em pelo menos quatro razões para a importância de estudar doutrina.

1. Todo cristão é um teólogo. Não são somente professores de teologia ou aqueles que estudaram teologia academicamente no seminário que fazem teologia. Todo cristão é um teólogo. Em virtude do fato de ser cristão, você está comprometido com determinadas crenças sobre a realidade — uma cosmovisão determinada de que Deus existe, de que Deus é três pessoas, de que Cristo é tanto humano quanto divino, de que Deus criou o humano, de que somos moralmente decaídos diante de Deus e necessitados de seu perdão e purificação. Todas estas são doutrinas cristãs ou o conteúdo e assunto de doutrinas cristãs. Portanto, a questão não é se você será um teólogo, mas, sim, se você será um mau teólogo ou um bom teólogo. Pelo simples fato de ser cristão, você está comprometido a ser teólogo.

Veja o que Paulo tem a dizer a esse respeito em Efésios 4.13-14, onde ele discute os dons que Deus deu à igreja. Ele diz o seguinte:

até que todos cheguemos à unidade da fé e do pleno conhecimento do Filho de Deus, ao estado de homem feito, à medida da estatura da plenitude de Cristo; para que não sejamos mais inconstantes como crianças, levados ao redor por todo vento de doutrina, pela mentira dos homens, pela sua astúcia na invenção do erro.

No caso, Paulo indica que parte da maturidade espiritual cristã é o discernimento doutrinário, de modo que não sejamos levados por todo novo vento de doutrina que aparecer. Teremos uma noção do que é verdadeiro e do que é falso e, por isso, conseguiremos ter discernimento do ponto de vista doutrinário.

Ou veja a Carta de Paulo aos Gálatas, em Gálatas 1.6-9, onde Paulo está tão nervoso com os falsos apóstolos que vieram às igrejas na Galácia e estavam ensinando falsa doutrina. Ele diz o seguinte:

Estou admirado de que estejais vos desviando tão depressa daquele que vos chamou pela graça de Cristo para outro evangelho, que de fato não é outro evangelho, senão que há alguns que vos perturbam e querem perverter o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos pregue um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja maldito. Conforme disse antes, digo outra vez agora: Se alguém vos pregar um evangelho diferente daquele que já recebestes, seja maldito.

No caso, Paulo está literalmente dizendo que esses portadores de falsa doutrina às igrejas gálatas devem ir para o inferno![iii] Ele diz: que vão para o inferno esses portadores de falsas doutrinas. Aí você vê o ímpeto que ele tinha quanto à importância de manter o ensino correto acerca de Cristo e acerca do evangelho da graça por ele pregado.

Por último, observe sua Carta a Tito, em Tito 1.9. O contexto é a lista de Paulo das qualificações para ser presbítero na igreja. Das diversas qualificações que ele elenca, diz no versículo 9: “que se mantenha firme na palavra fiel, conforme a doutrina, para que seja capaz tanto de exortar na sã doutrina quanto de convencer os seus opositores”. Não sei você, mas mesmo que não sejamos presbíteros na igreja, mesmo que nunca tenhamos essa oportunidade, com certeza todos gostaríamos de ter esse tipo de maturidade e qualidades de caráter que nos qualifiquem para ser presbíteros. Nunca fui presbítero numa igreja, mas quero satisfazer da melhor forma possível a esta lista de qualificações que correspondem à vida de um cristão maduro. Parte delas é ser capaz de instruir na sã doutrina, além de convencer aqueles que a contradizem.

Repetindo: todo cristão é um teólogo, e é parte da maturidade cristã ter uma compreensão certa da doutrina correta, bem como ter discernimento doutrinário quando confrontado com gente que traz falsa doutrina.

2. A vida correta pressupõe o pensamento correto sobre Deus. Observe o padrão nas epístolas de Paulo. Normalmente, a primeira metade da carta será dedicada ao ensino doutrinário. Em seguida, na segunda metade da carta, ele se voltará à aplicação prática para a vida dos ensinos que ele deu. Veja, por exemplo, a carta aos efésios. Em Efésios 1—3, ele instrui na doutrina cristã. Então, começando em Efésios 4.1, vemos a transição: “Portanto, eu, prisioneiro no Senhor, peço-vos que andeis de modo digno para com o chamado que recebestes”. O “portanto” indica a transição dessas verdades doutrinárias. Se são verdadeiras, agora viva, portanto, uma vida digna do chamado que você tem.

Veja também Filipenses para o mesmo padrão. Em Filipenses 1—3, temos seu ensino doutrinário. Então, começando no capítulo 4, ele diz: “Portanto, meus irmãos, a quem amo e de quem tenho saudades, minha alegria e coroa, permanecei assim, firmes no Senhor, amados”. Daí, ele passa a dar a aplicação prática.

Por isso, se queremos viver corretamente para Cristo como seus discípulos, precisamos primeiramente pensar corretamente sobre Cristo. Se seu pensamento é distorcido ou equivocado, ele afetará sua vida e seu discipulado cristão.

3. O estudo da doutrina é uma expressão de amar a Deus com toda nossa mente. Mateus 22.37-38. Jesus, quando lhe perguntaram qual é o maior mandamento, disse: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o coração, de toda a alma e de toda o entendimento. Este é o maior e primeiro mandamento”. Devemos, pois, amar a Deus de todo nosso ser, com todos os aspectos de nossa personalidade.[iv] Isso inclui amar a Deus com o entendimento. Eu diria que a melhor forma de cumprir esse mandamento de amar a Deus com o entendimento é estudar sua verdade. Refletir sobre sua verdade. Conhecer sua verdade com precisão. Examinar sua verdade. Trata-se de uma forma de expressar seu amor ao Senhor, por amar sua verdade e desejar estudá-la.

4. Cristo não pode ser separado das verdades sobre Cristo. Veja 2 João 9-10, onde João está advertindo os cristãos a respeito de pessoas que se dizem cristãs — que dizem seguir Jesus —, mas ensinam falsa doutrina. No versículo 9, ele diz:

Todo que vai além do ensino de Cristo e não permanece nele, não tem Deus.

[E veja que interessante: ele não fala de quem vai além e não permanece em Cristo. Ele fala que quem vai além e não permanece na doutrina de Cristo não tem Deus.]

Quem permanece no ensino, esse tem tanto o Pai como o Filho. Se alguém vem vos visitar e não traz esse ensino, não o recebais em casa, nem o cumprimenteis.

O que João nos está falando é que não basta dizer: “amo Jesus, sigo Jesus e tenho sentimentos calorosos e vagos sobre Jesus”. Se você não permanece na doutrina de Cristo, diz ele, você não tem Cristo. Não é possível separar Cristo das verdades sobre Cristo. As duas coisas estão interligadas. Precisamos de uma combinação de sabedoria doutrinária e entusiasmo cheio do Espírito por Cristo. Doutrina sem o Espírito Santo leva ao legalismo, à letra morta, mas o Espírito Santo sem a doutrina leva ao fanatismo. Perde-se o controle sobre a experiência subjetiva. É preciso combinar a boa doutrina com a experiência cristã cheia do Espírito. Por isso, não é possível separar Cristo das verdades sobre Cristo. Uma relação viva e vibrante com Cristo no poder do Espírito Santo deveria envolver o apreço pela doutrina cristã.

Por todas estas razões, penso que o estudo da doutrina cristã é parte integral do discipulado cristão e da formação de um cristão maduro. Todo cristão é um teólogo, a vida correta pressupõe o pensamento correto sobre Deus, o estudo da doutrina é uma forma de expressar nosso amor por Deus com nosso entendimento e Cristo não pode ser separado das verdades sobre Cristo.

DISCUSSÃO

Aluno: Quando o senhor estava falando da questão da doutrina, minha pergunta era se as diferenças em doutrina são a gênese dos pensamentos denominacionais, tanto que as discordâncias em relação à doutrina realmente geraram um monte de denominações. Nesse sentido, o que dizer do ponto 4 — não é possível separar Cristo da verdade sobre Cristo? Estou pensando em divisões recentes no presbiterianismo e coisas dessa natureza.

Dr. Craig: Acho, sim, que diferenças denominacionais tendem a ter suas raízes fundamentalmente na doutrina. Há diferenças na forma de pensar sobre o ensino cristão. Há denominações muito próximas (são doutrinariamente quase indistintas), mas talvez tenham estilos diferentes de culto, ou mesmo diferenças raciais ou étnicas que gerem diferentes denominações. Ainda assim, acho que, na maioria das vezes, as grandes divisões atuais na igreja cristã se dão por linhas doutrinárias.

A segunda parte da pergunta foi...

Aluno: Número 4. Quando o senhor falou que Cristo não pode ser separado das verdades sobre Cristo. Algumas dessas divisões denominacionais, como na igreja presbiteriana, onde parte da denominação parece sair totalmente do prumo.[v]

Dr. Craig: Há uma enorme mudança demográfica em andamento nos Estados Unidos desde a década de 1950. As antigas denominações históricas — os metodistas unidos, os congregacionalistas, os presbiterianos, os episcopais — tinham grande peso cultural na sociedade americana. Em muitos casos, essas denominações se desviaram da fidelidade à ortodoxia bíblica, e agora estão em queda livre. Seus seminários estão fechando, a frequência aos cultos está decaindo, ao passo que denominações que não estavam nessa tradição, mas se mantiveram biblicamente ortodoxas tendem a ser as que continuam a crescer ou se sustentar. Creio que há uma mudança demográfica enorme no país nesse sentido.

Quero dizer só mais uma coisa, para evitar mal-entendidos. Não quero sugerir que toda doutrina é uma doutrina cardeal, isto é, se você discordar doutrinariamente, você é herege. Existem questões específicas da doutrina que são mais ninharias e não importam tanto. Existem pouquíssimas doutrinas que diríamos ser doutrinas cardeais, isto é, doutrinas essências à salvação. Com certeza, a existência de Deus seria uma doutrina dessas, não é verdade? Não é possível sequer imaginar que alguém seja cristão sem crer que Deus exista. Ou que Jesus ressuscitou dentro os mortos e morreu por seus pecados. Estas parecem ser doutrinas cardeais. Em muitos outros casos, porém, as diferenças doutrinárias entre os cristãos serão pequenas. Acho que a verdade ainda se aplica a essas questões — nelas pode haver verdade e falsidade. Não quer dizer que qualquer coisa vale. No entanto, não é nada muito sério que está em jogo por causa dessas doutrinas.

Nosso tempo já está acabando. Semana que vem, quero compartilhar sobre por que devemos estudar apologética, bem como doutrina, porque ao longo do curso entraremos ocasionalmente no assunto e examinaremos por que se deve crer que essas doutrinas são verdadeiras. Isso nos levará à apologética cristã. Semana que vem, pretendo falar um pouco por que o estudo da apologética bem como da doutrina é importante para a maturidade cristã.[vi]


[i] 5:03

[ii] 10:06

[iii] 15:09

[iv] 20:05

[v] 25:08

[vi] Duração total: 28:00 (Copyright © 2014 William Lane Craig)